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Crianças e telas: os sinais que os pais precisam conhecer
Por Lucas Ariel de Almeida Lima Através do convite da Profª Renata Coelho, da UniPaulistana, estive no evento na Escola de Aplicação da USP reuniu famílias, psicólogos e educadores para discutir os desafios do mundo digital na infância. O auditório da Escola de Aplicação da USP recebeu cerca de 70 pais e responsáveis para um encontro sem respostas prontas nem receitas infalíveis. O convite era outro: sentar, escutar e pensar junto. Mas os relatos que surgiram ao longo da tard
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1 de jun.3 min de leitura


Cuidar em liberdade: luta antimanicomial, redução de danos e os novos manicômios
Por Lucas Ariel de Almeida Lima A segunda noite do Evento da Luta Antimanicomial 2026, organizada pela Prof. Dra Karin Di Monteiro, realizada na UniPaulistana, ampliou o debate sobre saúde mental ao trazer para o centro da conversa temas como redução de danos, população em situação de rua, comunidades terapêuticas, infância e políticas públicas de cuidado. Mais do que revisitar a reforma psiquiátrica como marco histórico, a palestra evidenciou que a luta antimanicomial ainda
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20 de mai.3 min de leitura


A herança de Nise da Silveira e os desafios da saúde mental hoje
Por Lucas Ariel de Almeida Lima Em meio às discussões promovidas pela Liga Universitária Junguiana (CUSC) durante o Evento da Luta Antimanicomial 2026, realizado na UniPaulistana, um nome atravessou praticamente todas as reflexões sobre cuidado, escuta e saúde mental: Nise da Silveira. Psiquiatra, pesquisadora e uma das figuras mais importantes da história da saúde mental no Brasil, Nise revolucionou a maneira como pacientes psiquiátricos eram vistos dentro das instituições.
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20 de mai.2 min de leitura


ISSO NÃO É COISA DE HOMEM
Por Aline da Silva Santos, Elizane Alves Evangelista, Isabella Santos Ferreira e Zulmira Novais dos Anjos Imagem gerada por IA (2026) Ser homem, na cultura ocidental, sempre significou não chorar, não pedir ajuda, não demonstrar fraqueza. Mas de onde vêm essas regras e o que elas custam? A masculinidade tradicional, marcada pela repressão emocional, pela virilidade e pela recusa do cuidado, não é uma condição natural. É uma construção social transmitida por famílias, escolas
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3 de mai.1 min de leitura


ZEUS, BARBA AZUL E O HOMEM DE HOJE
Por Carlo Felipe Sagrillo Zellauy e Tatiani Kali Zanini De Zeus a Barba Azul, os mitos e contos que atravessaram séculos não são apenas histórias; são dispositivos culturais que ensinaram e ainda ensinam como o poder masculino deve funcionar. O ponto de partida é Zeus: soberano do universo, mas também figura marcada pela coerção, pelo disfarce e pelo controle. Suas múltiplas relações, descritas na mitologia grega, raramente envolvem consentimento e é exatamente aí que reside
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3 de mai.2 min de leitura


SEIS MULHERES POR DIA
Por Letícia Moreira Ludwig, Maria Aparecida Lima de Barros, Marilene de Castro Denófrio e William Henrique dos Santos 1.450 feminicídios em 2024. Em 2025, quase seis mulheres mortas por dia entre casos consumados e tentativas. Esses números revelam que a violência de gênero no Brasil não é um fenômeno isolado, é o resultado visível de séculos de controle sobre os corpos femininos. Esse controle foi construído por instituições sociais, religiosas, médicas e jurídicas que, ao l
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3 de mai.1 min de leitura


CORPOS FEMININOS SOB CONTROLE - A CONSTRUÇÃO SOCIAL DO MACHISMO E SUAS VIOLÊNCIAS
Por Cíntia Borges Silveira, Erika Dias Borges dos Santos, Fernanda Garcia Lezier e Renata Rodrigues dos Santos Imagem gerada por IA (2026) “Ser mãe, esposa, dona de casa, era a maior virtude da mulher. Este ideal era pregado pela Igreja, médicos, juristas, e legitimado pelo Estado” (CORDIS, 2012). Alunos do segundo semestre de Psicologia da UniPaulistana realizaram um trabalho de revisão bibliográfica sobre como instituições sociais, culturais, religiosas e políticas moldaram
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3 de mai.1 min de leitura


O “CURRÍCULO DE GÊNERO” DA ESCOLA - O QUE AS CRIANÇAS APRENDEM ALÉM DOS LIVROS
A organização binária de brinquedos exemplifica como o cotidiano escolar e familiar molda as percepções de gênero desde a infância. Crédito: Imagem gerada por IA sob orientação de Lucas Ariel de Almeida Lima (2026). Por Lucas Ariel de Almeida Lima, Josiane Salete da Silva, Deivid Lopes Silva e Yasmin Silva Borges Mesmo quando não aparece explicitamente nos conteúdos formais, o gênero está presente no cotidiano escolar. A fila separada por sexo, a escolha dos brinquedos oferec
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3 de mai.1 min de leitura
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