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CORPOS FEMININOS SOB CONTROLE - A CONSTRUÇÃO SOCIAL DO MACHISMO E SUAS VIOLÊNCIAS

  • Foto do escritor: UP LiPSCOM
    UP LiPSCOM
  • 3 de mai.
  • 1 min de leitura

Atualizado: há 3 dias

Por Cíntia Borges Silveira, Erika Dias Borges dos Santos, Fernanda Garcia Lezier e Renata Rodrigues dos Santos

Imagem gerada por IA (2026)
Imagem gerada por IA (2026)

“Ser mãe, esposa, dona de casa, era a maior virtude da mulher. Este ideal era pregado pela Igreja, médicos, juristas, e legitimado pelo Estado” (CORDIS, 2012). Alunos do segundo semestre de Psicologia da UniPaulistana realizaram um trabalho de revisão bibliográfica sobre como instituições sociais, culturais, religiosas e políticas moldaram normas que controlam comportamentos, sexualidade e papéis femininos ao longo da história.

Michel Foucault explica isso com conceitos de disciplina e biopoder: os corpos viram alvos de regulação social e política, como na medicalização da histeria no século XIX e na socialização de gênero diferenciada. Simone de Beauvoir reforça que a feminilidade é construção social, enquanto Silvia Federici discute a divisão sexual do trabalho e a reprodução social. Movimentos feministas contestaram essas estruturas, ampliando direitos e participação social. Hoje, internet e redes sociais fortalecem mobilizações contra violência de gênero, mas também espalham conteúdos misóginos que reforçam padrões normativos. Os mecanismos de controle não sumiram, eles se adaptaram. O estudo clama por reflexão crítica contínua contra desigualdades de gênero na sociedade atual.


(CORDIS, 2012; FOUCAULT, 1975; 1979; BEAUVOIR, 1949; FEDERICI, 2004)


 
 
 

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